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Bia Cica

Didier, Warner, Ivan e Paulo visitaram a cháraca histórica de Bia Cica, do lado do Jardim Pantanal, do lado do Tietê.
Era, originalmente, uma casa e uma capela jesuíta. Um local de catequização.
É um lugar magnífico, com um grande muro de azulejos representando a chegada dos portugueses ao Brasil e a catequização dos índios.
Tem um grande corredor de palmeiras imperiais. Elas existem apenas aqui e no Jardim Botânico no Rio.
Um lugar magnífico que contrasta terrivelmente com as favelos que o cercam.

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Didier, Warner, Ivan et Paulo ont visité la fazenda historique de Bia Cica, tout prés de Jardim Pantanal, tout près du Tietê.
C’est, à l’origine, une maison et une chapelle jésuite. Un lieu d’évangélisation.
C’est un endroit magnifique, avec un grand mur d’azuleros représentant l’arrivée des portugais au Brésil, et puis l’évangélisation des indiens.
Il y a une grande allée des palmiers impériaux. Il n’en éxiste qu’ici et au jardin botanique de Rio.
C’est un endroit magnifique qui contraste terriblement avec les favelas qui l’entourent.

do it yourself

Ontem na feira do Jardim Helena, hoje na do Jardim Pantanal.
Ontem com os dançarinos e os acrobatas e hoje com os retratos das citações.
E nas duas feiras, que recepção! Todo mundo entra no jogo.
Na feira, compramos frutas deliciosas. Falamos francês-português/português-francês. Tem também tudo o que é preciso para consertar ou refazer seus próprios chinelos.
Josué e Rose nos acompanham.

Dar um jeitinho / do it yourself / système D.
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Hier au marché de Jardim Helena, aujourd’hui à celui de Jardim pantanal.
Hier avec les danseurs et acrobates et aujourd’hui avec les portraits-citations.
Et à ces deux marchés, quel accueil ! Tout le monde se prend au jeu.
Sur le marché, on achète des fruits délicieux. On parle français-portugais/portugais-français. il y a aussi le nécessaire pour réparer ou refaire ses tongs soi-même.
Josué et Rose nous accompagnent.

Dar um jeitinho / do it yourself / sytème D.

un sacré rythme / que ritmo!

Que dia tivemos hoje! Que ritmo! Corremos para todos os lados, queremos ver tudo antes de ir embora, e não queremos ir embora. Hoje de manhã o Didier e o Guy foram à capela de São Miguel. Flora, Jérémie e Isabelle, acompanhados por Wesley, bateram mais um pouco de porta em porta pelo bairro para fazer retratos e recolher fotos de objetos.
De tarde, Didier fez um grupo de pessoas que a Claudia reuniu interpretar Esperando Godot. Com os dançarinos, Howard, e Ronaldo, e Julio, e Catherine, e mais um monte de gente – éramos dez na combi – fomos todos até a feira e a saída do trem, na estação Jardim Helena. Parece um pouco a saída do RER de Saint Quentin en Yvelines: há, a cada meia hora, a cada quinza minutos, uma onda de pessoas apressadas, mas que param um pouco para olhar as danças, pegar convites e escutar nossas explicações.
O Ronaldo conhece um monte de gente.
Tamires dançou no meio de um campo de futebol, enquanto que dois jogos aconteciam dos dois lados. Os jovens que jogavam, quando entenderam que éramos franceses, nos falaram do Zidane.
Para terminar esse dia. Jérémie fez um travelling de cima do teto da combi.

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Aujourd’hui, quelle journée ! On a un sacré rythme, on court partout, on a envie de tout voir avant de repartir, et on a pas envie de repartir. Ce matin Didier et Guy sont allés à la chapelle de São Miguel. Flora, Jérémie, Isabelle, accompagnés par Wesley, ont encore fait du porte-à-porte dans le quartier, pour faire des portraits et récolter des photos d’objets.
Cet aprem, Didier a fait jouer En attendant Godot a des gens que Claudia avait réunis. Avec les danseurs, avec Howard, et puis Ronaldo, et Julio, et Catherine, et tout – on était dix dans le combi volkswagen – on est tous allé au marché et à la sortie du train, à la gare de Jardim Helena. Ça ressemble un tout petit peu à la sortie de RER de Saint Quentin en Yvelines : il y a, toutes les trente minutes, tous les quarts d’heure, une flopée de gens pressés, mais qui s’arrêtent un peu pour regarder les danses, pour prendre le tract et écouter nos explications. Ronaldo connait plein de gens.
Tamires a dansé au centre d’un terrain de foot, alors que deux parties se jouaient, des deux côtés. Les jeunes qui jouaient là, quand ils ont compris qu’on était français, nous ont parlé de Zidane.
Pour finir cette journée. Jérémie a fait le travelling du haut du toit du combi.

São Miguel superproduction / São Miguel Superprodução

Ontem a noite encontramos a grande fanfarra de São Miguel. Metais, percussões, bandeiras e fuzis. Nos lembramos do grupo Atomics de Lens que fizeram uma apresentação de bandeira e fuzil para a Vigília no 11/19, em outubro de 2008.
Normalmente, a fanfarra de São Miguel reúne noventa músicos e majorettes, um pouquinho menos atualmente porque estamos no meio das férias.
Júlio, que nos acompanha em todos os lugares, resolve todos os problemas e tem um monte de idéias para a Vigília propôs que eles se apresentassem antes do espetáculo. Dissemos que sim, seria uma recepção magnífica para o público. Eles usarão belos trajes e bandeiras novinhas.
Pensamos também que a Escola de Samba de Instituto Alana poderia se apresentar na saída.
Em uma noite passamos de um espetáculo com uma dúzia de artistas para uma superprodução com duzentos artistas. Rimos um pouco disso, mas principalmente ficamos felizes de dividir este momento com todas as pessoas daqui.

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Hier soir, on a rencontré la grande fanfare de São Miguel. Cuivres, percussions, drapeaux et fusils. On pense aux Atomics de Lens qui nous avaient fait une démonstration de drapeau et de fusil pour la Veillée au 11/19, en octobre 2008.
En temps normal, la fanfare de São Miguel réunit quatre vingt dix musiciens et majorettes un petit peu moins aujourd’hui parce que c’est les vacances d’hiver.
Júlio, qui nous accompagne partout, qui résout tous les problèmes et qui a plein d’idées pour la veillée, a proposé de les faire jouer avant le spectacle. On s’est dit oui, que ce serait un accueil magique pour le public. Ils auront des beaux costumes, et des drapeaux tout neufs.
On s’est dit aussi que l’école de Samba de l’instituto Alana pourrait jouer à la sortie.
En l’espace d’une soirée, on est passé d’un spectacle avec un quinzaine d’artistes à une superproduction avec deux cents artistes. On en rit un peu mais surtout, on se dit qu’on est content de partager ce moment avec tous les gens d’ici.